A INTERVENÇÃO, OS MILITARES E OS SOLIDÁRIOS AO CRIME

A INTERVENÇÃO, OS MILITARES E OS SOLIDÁRIOS AO CRIME

Por Rubens Teixeira 

A sociedade do Estado do Rio de Janeiro está acuada por conta dos altos índices de criminalidade por aqui. Por isso, apoia em massa a intervenção federal comandada pelo Exército para pôr fim ao poder do crime no Estado. A sociedade percebe que os militares estão solidários a ela.

Contudo, há instituições que estão se insurgindo de forma enérgica contra as ações do militares. Querem levantar suspeitas onde não existe nada evidente para, com isso, tentar enfraquecer aqueles  que, de fato, defendem o povo nesta hora de angústia provocada pela violência: os militares.

Vendo isso, tenho uma sensação de que as instituições que assim procedem para tentar afetar a credibilidades dos militares são sensíveis ao crime. São ressentidas com o Exército que defende a lei e não se contamina com a corrupção espraiada na sociedade. O comportamento dos solidários ao crime é péssimo para um país no fundo do poço nos índices de corrupção, desigualdade, violência e injustiça.

Repudiemos estes solidários ao crime que usam, inclusive, a lei para justificar sua promiscuidade com a corrupção e até mesmo, eventualmente, com o crime organizado. Podem andar de terno e gravata, conhecerem as leis, falarem bem, serem influentes e falarem em justiça. Mas são fortes sustentáculos do crime. De fato, são ignorantes ou criminosos, ou as duas coisas.

Ou seja, enquanto as Forças Armadas são instituições solidárias à sociedade, há também aquelas que são solidárias ao crime. Devemos identificar as forças traidoras do povo brasileiro e dar a elas o tratamento que a democracia exige para termos de fato a nossa liberdade restabelecida.

 

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