Categoria Sociedade

Sobre a agressão de um refugiado sírio em Copacabana, no Rio

Por Rubens Teixeira*

Quando estamos em outro país, é muito ruim se percebermos qualquer atitude discriminatória contra nós. Pior ainda é a situação de um refugiado que é mal tratado em um país depois de ter deixado a sua pátria para fugir de situações extremas, como de uma guerra.

O povo brasileiro, de várias cidades, dentre elas destaco o Rio, é muito cordial com todos. Contudo, alguém na minha cidade foi capaz de insultar, ameaçar e agredir um refugiado sírio que vendia suas esfirras na rua. Estava trabalhando.

Embora este ato torpe aconteceu no Rio, gostaria de dizer a todos que o povo do Rio de Janeiro não é assim. Em sua maioria é cordial e solícito. Da mesma forma, nem todos os árabes são terroristas, conforme este trabalhador refugiado foi xingado.

Respeito a todos e à lei é nossa obrigação em uma democracia. Qualquer delinquente, independente da origem, merece o tratamento adequado: o da lei, não o que se decida na hora por qualquer devaneio. Respeitar é a melhor maneira de conquistar o respeito.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

OS ESCRAVOS NEGROS E OS ATUAIS: tomara que a escravidão atual CAIA rápido e não VÁ por tão LONGO tempo

Por Rubens Teixeira*

CAIS DO VALONGO, no RJ, local de chegada de escravos, torna-se patrimônio cultural mundial. Nosso país libertou os escravos negros por imposição internacional. Fomos um dos últimos do mundo livre nas Américas a libertar escravos. Já vão quase 200 anos.

Será que vamos esperar tanto tempo para que o Brasil reconheça que seu sistema financeiro ainda escraviza terrivelmente seu povo com juros extorsivos de forma cínica-legal?

Quem paga estes juros torpes são especialmente pobres e assalariados. Os escravos atuais, pobres, são obrigados a entregar parte importante dos seus salários ao voraz e poderoso sistema financeiro.

Chegam a raia dos inexplicáveis quase 500% ao ano no cartão de crédito. Isso: uma dívida pode ser multiplicada por quase seis vezes em um ano. Os senhores de escravos daqui ainda fingem que não veem.

As instituições, estas os legítima. Será que, como foi no passado, o mundo mais civilizado e consciente vai obrigar o Brasil a libertar seus escravos? Tomara que a escravidão atual CAIA rápido e não VÁ por tão LONGO tempo como foi a que escravizou os negros africanos.

* Rubens Teixeira é Secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A ESPERTEZA É IDIOTA, A SINCERIDADE, INTELIGENTE: para onde queremos ir?

Por Rubens Teixeira*

Quando os formadores de opinião de uma sociedade enganam a população propagando que o “menos esperto” dos corruptos é o maior corrupto e trata com cegueira cínica a corrupção dos maiores corruptos, sendo leniente, complacente ou tolerante com estes, por qualquer que seja o pragmatismo ignorante, ajuda a promover o corrupto “menos esperto” por fazê-la avaliar que ele é menos prejudicial, sejam por que razões forem.

A sociedade precisa valorizar não os menos piores, mais os melhores. Para isso precisa também fazer seu papel de agir de forma correta, sincera e honesta.

O povo sabe o que quer e, se escolher bem ou mal, colherá os frutos disso. A sociedade pode ser simples, mas não é idiota quanto possa alguns formadores de opinião avaliar. O povo pode ser de maioria simples, mas não é bobo. Vamos aguardar os próximos capítulos.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

GRATO PELAS CRÍTICAS E APOIO: quanto às agressões, elas nos fortalecem

Por Rubens Teixeira*

Devido aos efeitos das fortes chuvas que atingiram recentemente a Cidade do Rio de Janeiro, sofri severas críticas na imprensa. Graças a Deus, não houve mortes por conta destas chuvas. Quanto às críticas, enfrento-as diariamente. A cidade tem graves problemas históricos em sua infraestrutura e também ambientais. São meus desafios. Eu os enfrentarei.

Evidentemente que críticas são importantíssimas. Afinal, sempre podemos melhorar e as pessoas têm o direito de expor suas opiniões, em especial nos temas de interesse público. Por outro lado, quando as críticas não são baseadas na verdade, são ruins, pois a finalidade é manipulação da avaliação alheia.

Boa parte das reportagens foi de alta qualidade, expressou a realidade e trouxe informações importantes para a sociedade. Entretanto, houve algumas que não estavam focadas na verdade e não foram proporcionais ao que a sociedade esperava.

Felizmente, a sociedade percebeu que algumas críticas não tiveram como aliada a verdade e nem o interesse público. Por isso, além de críticas, recebi palavras de incentivo de diversas pessoas pelas ruas e também através das redes sociais.

Gostaria de agradecer aos que identificaram nosso esforço, nosso trabalho e não se deixaram levar por informações erradas. Agradeço as sugestões e críticas também. Todos queremos melhorias.

Todavia, quanto às truculências, estou acostumado a elas. Cheguei aqui apanhando da vida e de muitas pessoas. Isso foi importante para o meu fortalecimento. Não são de todo ruins. O que me resta é resistir bem porque tenho muito trabalho pela frente. Estou motivado.

Não temo o debate porque a verdade se defende. Ela segue as leis da física. Não precisa de uma pessoa específica para defendê-la. É como um curso d’água que vai para onde tem de ir.

Quanto aos que se aproveitam do momento difícil para valerem-se de agressões desnecessárias, não me abalo porque me fundamento no texto bíblico: “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Salmo 125:1). Se o salmista Davi fosse carioca, provavelmente diria: “Os que confiam no Senhor são como o Pão de Açúcar que não se abala, mas permanece para sempre”.

Estamos nos esforçando muito! Vamos em frente! Temos muito a fazer! E estamos com disposição para fazê-lo!

* Rubens Teixeira é Secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

RESPOSTA AOS JORNAIS ‘O GLOBO’ “, ‘EXTRA’ E A TODA A SOCIEDADE

Por Rubens Teixeira

Atenção prestigiados jornalistas dos jornais O Globo e Extra, autores e responsáveis pela matéria intitulada: “SECRETÁRIO FAZ PIADA COM REAÇÃO DA LIESA APÓS CORTE DE VERBA PARA O CARNAVAL”. Atenção personalidades que opinaram nas matérias sobre meus posts acerca de cortes de recursos do carnaval, da Marcha para Jesus e da Parada Gay. Atenção povo do Rio de Janeiro e do Brasil: NÃO FIZ PIADA. OPNEI. MAS VAMOS AO DEBATE:
(Os links das matérias a que me refiro estão nos primeiros comentários a este post.

1) Agradeço as matérias e os posicionamentos dos que foram ouvidos. Isso é um efeito positivo da democracia.

2) NÃO REMOVI DA MINHA PÁGINA, COMO VOCÊS AFIRMARAM NA MATÉRIA, O POST QUE TRATA DO MEU APOIO AO CORTE DE RECURSOS PÚBLICOS DA MARCHA PARA JESUS E DA PARADA GAY. Confere mais abaixo desta página.

3) Gostaria de dizer que, da mesma forma que os jornais, os jornalistas e as demais pessoas se sentem à vontade para se posicionar, eu também me sinto e, respeitosamente, não peço desculpas por minhas opiniões. Postei em minhas redes o que sinceramente acho melhor para o povo da minha cidade, do meu estado e do meu Brasil.

4) Acho que os jornais deveriam ouvir opiniões divergentes à linha de pensamento deles. Os jornais parecem estar fazendo “proselitismo” de suas opiniões e não fomentando o debate. Mas tudo bem. Entendo que os jornais, que são do mesmo grupo, e os jornalistas pensam diferente de mim.

5) Tenho respeito e apreço pelo prefeito Crivella, bem como pelos meus colegas secretários e todos os membros da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Eles não respondem pelas minhas opiniões.

6) Sempre fui, publicamente, contra uso de recursos públicos em patrocínio às atividades religiosas e de defesa de causas. Há vídeos e artigos na internet que falo acerca disso. Senão o poder público deveria bancar todas as manifestações, não apenas algumas. E isso seria uma decisão irracional em um país com tantas demandas reprimidas por falta de recursos. O poder público tem que garantir a realização dos eventos, não embaraçar-lhes, desde que cumpridas as leis.

7) Atividades culturais e econômicas devem ser financiadas pela iniciativa privada quando possível. Há demandas urgentes que alcançam toda a sociedade. O carnaval tem espaço para financiamento privado de quem o explora como atividade econômica.

8) Em administração anterior dobrou-se os recursos do carnaval de um ano para o outro, por decisão politica, e não há qualquer demonstração de retorno financeiro proporcional para os cofres da prefeitura. O então prefeito aparecia na mídia como “carnavalesco”. Era como se um religioso dobrasse o dispêndio de recursos públicos para uma atividade religiosa. Não ficaria bem, a meu ver. Mas parece que não foi dada a devida importância a este desalinhamento ético.

9) Mesmo havendo a duplicação do valor do dispêndio referido acima, não houve comprovação de que isso tenha sido revertido em arrecadação ou benefício em dobro para a sociedade. Todo o povo pagou mais cara a conta da diversão e da promoção de alguns e não há sinais de que houve retorno aumentado para todos os pagantes da conta (contribuintes de um modo geral) na mesma proporção.

10) Por isso, a meu ver, o prefeito Crivella está agindo de forma republicana e correta ao reduzir aos níveis anteriores os recursos utilizados no carnaval, bem como em não patrocinar a Marcha Para Jesus e a Parada Gay. A maioria da sociedade parece também ter aprovado as medidas.

Vamos continuar discutindo este e outros temas e, dos consensos e divergências, construir um consenso maior do que seja melhor para a sociedade.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

PALAVRA DE ORDEM acerca do uso de RECURSOS PÚBLICOS: EFICIÊNCIA

Por Rubens Teixeira*

Está uma batalha duríssima fazer a manutenção da Cidade do Rio de Janeiro com um orçamento 70% menor do que o do ano passado.

Com dívida bilionária herdada do governo anterior, queda de arrecadação, associado ao fato de o prefeito Crivella está envidando esforços para atender demandas reprimidas da saúde e da educação, o orçamento da Conservação está reduzido a apenas 30% do que foi o do ano de 2016. Mas nós lutaremos para fazer o melhor. Estamos muito empenhados para superar este momento difícil com muito esforço e dedicação.

Daí fica claro por que a prefeitura poderia deixar com a iniciativa privada festas populares e movimentos cujos interessados podem custear, preservando os recursos públicos para o que depende direta e exclusivamente do poder público, como a manutenção de logradouros públicos. Como os recursos públicos são muito limitados, temos que avaliar quais são, de fato, as prioridades da sociedade.

O prefeito Crivella tem se empenhado em usar os recursos de forma eficiente. Majoritariamente a população tem entendido e apoiado. A verdade e o bom senso da maioria da população têm advogado em favor do prefeito.

Controvérsias na democracia é normal. É bom que as tenhamos. É desta forma que chegaremos de forma transparente e clara à melhor solução para a sociedade como um todo. Quem fala de forma sincera e fundamentada serve-se da serenidade e da boa fé próprias do bom senso.

Leiam o que postou em seu Facebook o Secretário Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim:

“CRECHES E ESCOLAS DE SAMBA

Muita polêmica em torno da decisão do prefeito Marcelo Crivella sobre escolas de samba. Acompanhei isso de perto e posso esclarecer o que ocorreu.

A SME (Secretaria Municipal de Educação) mantém cerca de 60 mil crianças em creches, das quais 44 mil em instituições próprias e 16 mil em conveniadas. Estas últimas são gerenciadas por entidades filantrópicas, mas recebem recursos públicos. Por sua gênese, situam-se nas áreas mais pobres do município. Fazem um trabalho notável. São insubstituíveis.

Estudando os números da educação no Brasil, constatei uma anomalia: a proporção entre creches conveniadas e públicas no Rio de Janeiro é inferior à metade da média das outras capitais. Pedi um estudo sobre isso. Verificamos que poderíamos abrir em curto prazo mais 6 mil vagas sem investimento novo.

Esse incremento esbarra no baixo valor per capita pago pela Prefeitura do Rio: R$ 300,00 por criança por mês, contra R$ 650,00 a R$ 800,00 pagos em São Paulo e em Belo Horizonte. Esse valor, congelado há bastante tempo, se tornou irreal. Por isso, em vez de ampliar vagas, as creches conveniadas estão fechando. Vi que era preciso deter esse movimento.

Depois de esgotar as tentativas de resolver o problema remanejando o orçamento da SME, levei a questão ao prefeito. Junto com a secretária de Fazenda, buscamos uma solução no âmbito do orçamento geral da Prefeitura. Tendo em vista socorrer as creches, ele então decidiu, com meu apoio, suspender o aumento de recursos que Eduardo Paes havia designado para as escolas de samba a partir deste ano.

O prefeito Marcelo Crivella não cortou os recursos das escolas de samba. Ele cortou o AUMENTO desses recursos para poder dar um REAJUSTE às creches conveniadas, para que elas não fechem as portas. A verba do samba permanece no patamar tradicional. Os recursos novos para a educação serão gerenciados por mim, no âmbito da SME, e me permitirão reabrir negociações para o aumento de vagas.

Criou-se um escândalo, pois crianças pobres, anônimas, moradoras de lugares esquecidos, não contam com lobbies. Há quem diga que esta decisão faz parte de um plano da Igreja Universal para abolir o carnaval carioca. Lamento a confusão.

A esquerda, como se sabe, é muito crítica (às vezes, a meu ver, crítica demais) ao que sai na grande imprensa, especialmente nas Organizações Globo. Mas aceita pelo valor de face qualquer notícia que essa mesma imprensa publica contra a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Abraços,
Cesar Benjamin”

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

QUANDO A FALTA DE RAZÃO SE VINGA NA RELIGIÃO: um apelo de reflexão para a mídia e formadores de opinião

Por Rubens Teixeira*

Com tantos conflitos internacionais por conta de divergências religiosas, onde as pessoas matam as outras e destroem cidades inteiras, é preocupante quando a religião de uma pessoa é citada desnecessariamente em uma matéria jornalística, ou mesmo em uma roda de amigos, para compensar a falta de argumentos técnicos para se sustentar uma ideia secular que nada tem a ver com a questão religiosa. Ou seja, a lastimável postura de se usar a religião, ou falta dela, como munição contra quem quer que seja.

Precisamos lutar muito para superar este tremendo resquício de atraso em nossa sociedade. Este comportamento preconceituoso tem sido a causa de desgraças ao longo de milhares de anos de história da humanidade, porque ele incentiva a cisão dos povos, a violência e a intolerância.

Nosso povo é majoritariamente tolerante com a religião, ou a falta dela, de quem quer que seja. Continuemos tolerantes e esperando pacientemente os intolerantes a mudarem de postura. A entenderem que fomentar o preconceito não vale à pena. Nunca. Somos todos brasileiros, religiosos ou não.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

Brasil potência: Só falta uma coisa…

Rubens Teixeira*

Havia uma pedra enorme na frente de uma casa. Um dia, o proprietário esculpiu um cavalo nela. Após um tempo, um antigo vizinho que havia mudado de cidade foi visitá-lo. Quando viu a escultura, disse ao amigo: “Onde está a pedra que estava aqui?” Ele respondeu: “está aí!” O visitante indagou: “Como fez este lindo cavalo?” O proprietário respondeu: “tirei da pedra tudo que não parecia um cavalo, daí ficou esta escultura”.

O Brasil é rico em recursos. Então, por que não é uma potência? Porque falta lapidar a forma como os recursos são geridos. Há má administração, desperdício e roubo. Mas de quem é a culpa? Alguns responderiam: dos políticos!

Mas se só eles são culpados, é fácil resolver. Vivemos em uma democracia. Os mandatos são temporários e em breve não poderão mais usar do poder para corrupção. Culpar os políticos é um paradoxo. Eles não têm mandatos vitalícios.

Qual é, então, o problema raiz das mazelas do Brasil? Alguns cristãos poderiam dizer: “o pecado do povo brasileiro. As pessoas não conhecem Jesus”. A Bíblia diz: “Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mt. 5:45). Ademais, o Japão é budista e os judeus não aceitam Jesus como Messias. São dois países incríveis.

Israel e Japão não têm recursos como o Brasil e são respeitadas potências. Então, o que faz do Brasil, riquíssimo, um país cheio de desgraças diferente do que acontece nestes dois países? Resposta: nós, o povo. Somos responsáveis pelo destino do nosso país.

Temos, por exemplo, rios lindos que estão cheios de esgoto. Isso mostra que destruímos até o que recebemos pronto. Temos muitas riquezas, mas temos muita gente que rouba, extorque, se corrompe, “faz gato”, vende voto, “dá calote” etc. Essas pessoas também votam.

Alguns preferem se omitir e não votar. Isso facilita o trabalho dos maus, pois os omissos não opinam, não se informam, não debatem, não arriscam nada para tentar mudar. Enquanto isso, verdadeiros agentes do mal assumem o poder, pressionam quem quer acertar, ameaçam os que ferem seus interesses e, com a ajuda dos omissos, fazem o Brasil estar entre os mais corruptos do mundo, conforme última classificação: 79º/176º, segundo a Transparência Internacional.

Então, o que falta ao Brasil? Honestidade. Da parte da população que age como quadrilha de políticos, dos líderes que influenciam a votarem em corruptos, de omissos em períodos eleitorais que dizem não gostar de política e, após as eleições, se posicionam como se fossem atuantes politicamente, e, também, em especial, dos religiosos, pois usam a fé e a boa fé alheias para fazer rapinagens. Nosso país só precisa de mais honestidade. Os demais ingredientes, Deus já nos deu. Se assim fizermos, em pouco tempo teremos um país melhor para todos. Leiamos, na Bíblia, e pratiquemos Neemias 1.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

Quer vencer? Aprenda e aguente apanhar!

Por Rubens Teixeira*

Vencer não é não passar dificuldades, vergonhas e constrangimentos. Vencer não é bater. Vencer é suportar todas as vicissitudes e, ao fim, triunfar. Para chegar lá, é necessário aprender a manter-se na luta depois de receber grandes pancadas. É fundamental superar.

Ao defender-se, quando há esta possibilidade, uma pessoa pode escolher o nível de força que vai utilizar. E, neste caso, deve vencer a tentação de usar o esforço máximo para subjugar o agressor. Fazer o esforço mínimo necessário é uma demonstração de equilíbrio e, muitas vezes, até de bondade.

Quem aprende a apanhar entende que, mesmo quando está sendo agredido, o melhor caminho é tentar convencer o agressor a não continuar em sua empreitada de agressões. Ao fazer esta escolha, terá de suportar as agressões, muitas vezes, de um mais fraco, até que ele se convença de que não vale à pena sua atitude belicosa. Sobre isso, Salomão ensinou que: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” Provérbios 15:1.

Mas, na maioria das vezes, o agressor está bem aparelhado. Nestas horas, o agredido não pode se desesperar e ceder à tentação de usar qualquer expediente exagerado que neutralize ou resolva de forma imediata o conflito, destruindo o agressor. Sempre é preciso avaliar se não vale à pena o esforço para dissuadir o confrontante de prosseguir na rota do mal. Sobre isso, o apóstolo Pedro ensinou: “Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos” I Pedro 2:15.

Quem desenvolve a capacidade de apanhar, suporta agressões maiores e durante mais tempo. Suportar agressões torna o agredido a cada dia mais forte, mais resistente, mais difícil de ser vencido. Ser agredido não é ser dominado. É dominar a fúria do agressor mantendo-se firme em sua posição.

Na prática, no resultado final em um confronto, pode haver perdas e ganhos. Todas as agressões, de qualquer lado, geram mal estar e prejuízos. Mas, no conjunto, no somatório dos resultados das circunstâncias da vida, sempre valerá à pena suportar o sofrimento, por diversas razões.

Normalmente, o agredido não sofre rejeição e nem condenação por isso. Ser agredido não soma adversários e nem reprovações. Ser agredido fortalece. Ser agredido pode sinalizar injustiça. O agredido injustamente desperta o senso de justiça de quem está observando. Um agredido pode ter a noção de que, quanto maior o público que assiste sua tragédia, maior a vergonha, maior o vilipêndio. Mas também será maior a plateia que assiste sua capacidade de superar e dos que podem se levantar em sua defesa.

Por outro lado, o agredido pode contar com o arrependimento do agressor. A soma disso é que o agredido pode despertar a coletividade para que saia em sua defesa, ou mesmo que o agressor se torne o seu principal aliado ao assumir seu erro e demonstrar a capacidade de superação de sua vítima.

O apóstolo Paulo ensinou: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” Romanos 12:21. Portanto, superar o mal com bem, além de um ensinamento bíblico, é uma atitude estratégica e aponta para um fim de vitórias. Por outro lado, se o agressor continuar em sua rota maligna, mesmo depois de todos os esforços do agredido de suportar o mal com o bem, a sentença bíblica também é implacável: “Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.” Provérbios 17:13.

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em como-vencer-quando-nao-e-favorito_imprensa.jpg.200x300_q85_upscaleEconomia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ), aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É autor dos livros “Como vencer quando você não é o favorito”,  “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e  “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

No DIA DA ÁGUA, nossa prestação de contas de respeito ao meio ambiente!

Por Rubens Teixeira*

O lago do Bosque da Barra estava seco e os jacarés em risco. Nós da Secretaria de Conservação e Meio Ambiente, com a nossa combativa Rio Águas, fomos lá e, com esforço e apoio da Comlurb, enchemos o lago. Os jacarés estão se esbaldando.Jacare na Agua no Bosque

Para os que achavam que com carros pipas não daríamos conta, fizeram piada com nosso esforço, respondemos com o resultado da criatividade e perseverança de nossas equipes. Missão cumprida! Parabéns a nossa equipe da Rio Águas e Comlurb! Missão cumprida! Vamos para a próxima! A batalha não para!

* Rubens Teixeira é secretário de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”