NOTA DE ESCLARECIMENTO ACERCA DE MATÉRIAS MENTIROSAS PUBLICADAS NA REVISTA ÉPOCA ENVOLVENDO MEU NOME

Por @RubensTeixeira

Com relação às matérias publicadas pela Revista Época “Auditoria na Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro”, assinada por Diego Escosteguy, mesmo jornalista que mentiu em matéria contra o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, e “Tudo para entender o caso Petrobras”, em seu último parágrafo, matéria sem assinatura do jornalista responsável, venho a público esclarecer, conforme o texto abaixo.

A Revista Época, apesar de informada pela empresa, e em outros sites que publicaram esclarecimentos sobre o tema dando conta que as informações contidas na primeira matéria estavam erradas, replicou na segunda. Um jornalismo sério, ético e responsável apura o que publica. A Revista Época não se preocupou com isso: fez a segunda e ainda omitiu o nome do jornalista responsável. A mentira seria individual ou institucional?  O evidente interesse de atacar o candidato a governador Marcelo Crivella tornou notório os motivos políticos e econômicos.

Na minha diretoria, nenhum dos gestores que ocupam funções de confiança são de indicação política, nem mesmo do senador Marcelo Crivella. Cada gestor sob minha responsabilidade ocupa o cargo ou se mantém nele pelo desempenho estabelecido em indicadores objetivos.

Na primeira matéria, ficou evidente o esforço do jornalista em tentar expor minha fé ao ridículo ao citar repetidas vezes meu título eclesiástico e tentar convencer o leitor, com uma enxurrada de mentiras, que minha gestão seria uma desordem praticada com a ajuda de pessoas da  minha igreja. Além de conter muitas mentiras, todas as pessoas citadas como se fossem da minha igreja, jamais foram. Além disso, em seu twitter, repetiu suas mentiras se referindo a mim de forma preconceituosa como pastor.

Não me ocupo em saber acerca das opções religiosas dos meus subordinados nem quero saber a deste jornalista. O preconceito salta aos olhos de qualquer leitor desta matéria. A realidade é que, independente de religião, os atos por mim praticados são de minha responsabilidade e os praticados pelos meus subordinados são de responsabilidade deles: cada um assume o que faz e assina, diferente da citada matéria jornalística.

Sou servidor público de carreira concursado há 26 anos e nunca contratei empresas fantasmas, ou de parentes, ou por serem de amigos, nem mesmo autorizei pagamento de serviços ou compras que não tenham sido realizadas em nenhum dos lugares que atuei ou atuo. Sou rigoroso em minha gestão e a minha equipe é orientada a fazer o mesmo. Nunca pratiquei nepotismo.

Cobro resultados e o cumprimento das normas legais e éticas. Nossas licitações seguem a legislação. Tenho indicadores que avaliam todos os gestores sob minha responsabilidade e, além de coibirem desvios, impõem a busca de melhorias. Minha equipe é enxuta, eficiente e com indicadores de ambiência e comprometimento elevados. Não admitimos preconceito ou desrespeito de qualquer espécie.

Evidentemente que contrario muitos interesses e surgem denúncias. A maioria falsas e, quando verdadeiras, agimos com rigor. Se há algum relatório errado que sustente essas mentiras constantes da matéria, é de responsabilidade de quem os elaborou. Se isso aconteceu, os responsáveis devem ser punidos.

Quanto ao fato de eu ser preparado ou não para o cargo que ocupo, não falo acerca disso. Minha formação e experiência profissional estão disponíveis sobejamente na internet, inclusive neste site. Basta ter vontade, boa fé e procurar. Minha biografia é detalhada em um livro e o jornalista o citou na primeira matéria. Vejam que ele não é leigo no assunto. Cada um busque a informação e faça o julgamento que julgar justo.

Em qualquer caso ou denúncia, todos os desvios devem ser apurados e seus responsáveis punidos. Ninguém pode ser imune à lei praticando malversação dos recursos públicos, ou mesmo ter salvo-conduto para falar o que quiser, angustiando a sociedade com mentiras, especialmente de um jornalista e uma revista com antecedentes desta natureza. Em uma democracia, isso vale para qualquer pessoa ou instituição. Os órgãos competentes têm instrumentos para responsabilizar quem quer que seja. Estou certo de que nem todos os jornalistas são mentirosos e corruptos, bem como nem todos os homens públicos os são. Contudo, entendo porque Luis Fernando Veríssimo teria declarado: “Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”.

Faço minhas as palavras do ex-presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, para a mesma revista e, na primeira matéria, para o mesmo jornalista, disponível no site:

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/03/jornalista-pede-perdao-joaquim-barbosa-apos-carta-demolidora.html

O pior de tudo é que fui avisado que forjariam denúncias contra mim, exatamente por conta das eleições, e há nove meses atrás gravei o vídeo abaixo e postei no Youtube. A data de postagem pode ser conferida pelo site.

Rubens Teixeira alerta previamente a possibilidade de denúncia falsa em período eleitoral

Rubens Teixeira, cidadão brasileiro. Doutor em Economia (UFF), mestre em engenharia nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ), aprovado na prova da OAB-RJ e bacharel em ciências militares (AMAN).  Teve sua tese de doutorado em economia contemplada pelo Prêmio Tesouro Nacional, e monografia de direito agraciada pelo Prêmio Paulo Roberto de Castro. É Analista do Banco Central do Brasil e oficial da reserva do Exército Brasileiro. Professor, escritor, radialista e palestrante.


 

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